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Política
80 tiros
12-04-2019 | 17h55
'O Exército não matou ninguém’ afirma Bolsonaro sobre o caso do músico
O presidente falou, ainda, que lamenta a morte do "cidadão trabalhador, honesto"

Da Redação

Nesta sexta-feira (12) durante a inauguração do aeroporto de Macapá, Bolsonaro falou pela primeira vez sobre a morte do músico Evaldo Rosa ocorrida no último domingo (7). O homem foi morto pelo exército que disparou 80 vezes no carro em que ele estava com a família. Os militares alegaram que confundiram o carro de Evaldo com o de criminosos. 

"O Exército não matou ninguém, não. O Exército é do povo e não pode acusar o povo de ser assassino, não. Houve um incidente, uma morte. Lamentamos a morte do cidadão trabalhador, honesto, e está sendo apurada a responsabilidade. No Exército sempre existe um responsável, não existe essa de jogar para debaixo do tapete. Vai aparecer o responsável", disse o presidente ao ser indagado sobre o fato.

Bolsonaro afirmou, ainda, que a investigação já teve início e que ele está aguardando os resultados para emitir uma opinião, de fato "Uma perícia já foi pedida para que se tenha certeza do que realmente aconteceu naquele momento e o Exército, na pessoa de seu comandante, vai se pronunciar sobre este assunto e, se for o caso, eu me pronuncio também. Nós vamos assumir a nossa responsabilidade e mostrar o que realmente aconteceu para a população brasileira".

O presidente foi extremamente criticado nessa semana por não ter se manifestado diretamente acerca do caso. Na terça-feira (9), o porta-voz oficial do governo, Otávio Rêgo Barros, disse que espera que o caso seja esclarecido "rapidamente". Segundo Bolsonaro, o ministro da defesa também irá dar uma posição sobre o acontecimento.

 

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