23 de março de 2019 - sábado

Euro R$ {{cotacao.EUR.valor | number:3}}    Dólar R$ {{cotacao.USD.valor | number:3}}
{{tempo.cidade}}
{{tempo.previsoes[0].temperatura_min}}° MIN {{tempo.previsoes[0].temperatura_max}}° MÁX
Política
goianos
14-03-2019 | 06h00
Bolsonaro e Moro vão virar cidadãos goianos
A proposta de concessão da honraria partiu do deputado Delegado Humberto Teófilo (PSL)

Venceslau Pimentel* 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, devem receber título de cidadão goiano ainda este ano, em data a ser definida. A proposta de concessão da honraria partiu do deputado Delegado Humberto Teófilo (PSL), em projetos de lei apresentados ontem, no plenário da Assembleia Legislativa.

Da tribuna, ele agradeceu o apoio dos colegas de plenário por terem subscrito as suas duas proposições. O parlamentar disse que decidiu propor a concessão do título de cidadão goiano ao presidente, por ter sido eleito deputado federal, por vários mandatos, pelo estado do Rio de Janeiro, e as suas ações no exercício do cargo, e agora pelo o que ele tem feito pelo Brasil, em sua gestão, com programas voltados para o combate ao crime e à corrupção. Essa é, segundo ele, a mesma justificativa por contemplar Moro com a cidadania goiana.

“Isso faz com que outros segmentos pessoas também sigam esse mesmo caminho da moralidade. Essas condutas refletiram em Goiás e em todo o país”, pontuou. “Foi isso que me fez apresentar esses dois projetos, assinados pela maioria dos deputados”, afirmou.

Humberto Teófilo, que é delegado de polícia de Goiás, espera que a cerimônia de entrega do título ao presidente ocorra no fim do mês de julho, data que ele viria a Goiânia para participar da formatura de um sobrinho, que estuda em um Colégio Militar. “Vamos intermediar a cerimônia com a assessoria do presidente”, explicou.

Natural da cidade de Glicério (SP), onde nasceu no dia 21 de março de 1955, Jair Messias Bolsonaro foi eleito deputado federal, pelo Rio de Janeiro, por sete mandatos. É militar da reserva.

Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras, em 1977, e serviu nos grupos de artilharia de campanha e paraquedismo do Exército. Ganhou notoriedade em 1986, após a revista ter publicado um artigo dele no qual criticava o valor dos salários de oficiais militares. Foi quinze dias, mesmo tendo recebido apoio de colegas de farda. Depois foi absolvido.

Passou para a reserva em 1988, no posto de capitão. Em seguida, disputou primeiro mandato de vereador na Câmara do Rio de janeiro. Eleito, dois anos depois disputou mandato de deputado federal e foi eleito pela primeira vez. Na Câmara dos Deputados, Bolsonaro sempre marcou posição em temas polêmicos, conhecido pelo seu posicionando de extrema direita.

Atentado

Em março de 2016, ele foi anunciado como pré-candidato a presidente, pelo PSC, mas desfilou-se do partido para ingressar no PSL, no início de 2018, tendo a sua campanha lançada em agosto.

Em plena campanha, em setembro, sofreu atentado quando fazia campanha em Juiz de Fora (MG). Levou uma facada na altura do estômago. A partir daí ficou internado até o segundo turno, sem participar de atividades. (* Especial para O Hoje) 

(62) 3095-8700