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Mulheres
Igualdade
04/04/2018 | 12h15
Reino Unido tem até amanhã para informar diferenças salariais
A Apple afirmou nesta terça-feira (3) que os homens receberam 5 por cento a mais do que as mulheres no País

Os relatórios exigidos pelo governo britânico sobre a disparidade salarial entre homens e mulheres estão sendo entregues antes do prazo, que termina na quinta-feira. A desigualdade é gritante nas empresas do setor financeiro do Reino Unido - os dados do mês passado do Goldman Sachs Group mostraram que a mediana da diferença salarial entre homens e mulheres era de 36,4 por cento - em outras palavras, as mulheres ganham 64 pence por cada libra que os homens recebem. 

A Apple afirmou nesta terça-feira (3) que os homens receberam 5 por cento a mais do que as mulheres no Reino Unido. 

A fabricante do iPhone disse que a diferença salarial entre homens e mulheres se deve ao fato de haver mais homens em cargos de chefia do que mulheres, o que levou a salários mais altos, bônus e ações.

A Apple informou que 30 por cento de sua força de trabalho no Reino Unido é formada por mulheres, em relação a 28 por cento em 2014.

A empresa emprega mais de 6.000 trabalhadores no Reino Unido e opera em três segmentos -Apple (UK), Apple Europe e Apple Retail UK.

Segundo a empresa, uma série de medidas será adotada para superar as diferenças, como parar de pedir aos funcionários pelo histórico salarial, o que começará a partir deste ano.

No Reino Unido, levantamento feito com 527 empresas constatou que as mulheres ganham, em média, 15% menos que os homens. Em alguns casos, como na empresa aérea Easyjet a diferença salarial chega a 52%. Elas têm um contra-cheque 33% menor que eles na Virgin Money e de 15% na Ladbrokes, segundo reportagem da BBC. As companhias informaram que, apesar das diferenças, homens e mulheres tem salário idêntico quando ocupam a mesma função.

Discovery encontra diferença de 13% em salários de homens e mulheres na sua sede no Reino Unido 

O grupo de mídia Discovery Inc., que opera canais como Discovery Channel, Discovery Kids e Animal Planet, descobriu uma diferença de 13% entre os salários dos seus funcionários homens e mulheres na sede da companhia no Reino Unido. O estudo foi feito em cumprimento de uma nova lei britânica que exige de empresas com mais de 250 funcionários o estudo dessa diferença salarial entre gêneros.

Segundo o grupo, a diferença salarial fica bem menor quando retirado o CEO da empresa da equação. “Se nós tirarmos o presidente e CEO da Discovery Networks International, que é sediado no Reino Unido, e fazer uma nova comparação, a diferença salarial entre os gêneros cai para 4,8%”, disse o Amy Girdwood, executiva de recursos humanos da empresa, no relatório do estudo obtido pela revista Variety.

“Nós estamos felizes com os nosso resultados, que são bem menores que a média britânica de 18,4% na diferença salarial entre os gêneros e não acredito que há áreas preocupantes na nossa empresa”, continuou. “Dito isso, não significa que não temos trabalho a ser feito. Vamos continuar a analisar os fatores que pesam nessa diferença e vamos nos esforçar para diminuir mais ainda essa diferença”, concluíram. 

Os relatórios exigidos pelo governo britânico sobre a disparidade salarial entre homens e mulheres estão sendo entregues antes do prazo, que termina na quinta-feira. A desigualdade é gritante nas empresas do setor financeiro do Reino Unido - os dados do mês passado do Goldman Sachs Group mostraram que a mediana da diferença salarial entre homens e mulheres era de 36,4 por cento - em outras palavras, as mulheres ganham 64 pence por cada libra que os homens recebem.

Com informações do Portal UOL e Estadão. Foto: Reprodução 

 
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