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Esporte

Presidente da Chapecoense vai pedir a anulação da partida contra o Goiás

Postado em: 10-06-2019 as 23h15
Plinio David de Nes criticou duramente o árbitro do jogo contra o clube goiano

Foto: Sirli Freitas/Chapecoense 

Felipe André

O presidente da Chapecoense, Plinio David de Nes afirmou após a partida contra o Goiás, na noite desta segunda-feira (10), no Estádio Serra Dourada, que vai pedir a anulação deste jogo. O dirigente realizou duras críticas ao árbitro Igor Benevenuto (MG) e a má utilização do árbitro de vídeo, questionando a decisão no primeiro pênalti marcado para o Verdão, em cima de Léo Sena, e na não utilização do recurso na expulsão direta do lateral-esquerdo Bruno Pacheco.

A entrevista foi concedida para algumas rádios catarinenses que estavam presentes no Serra Dourada, além deles o presidente também conversou com o jornalista Alex Rodrigues, da rádio CBN.

"Na noite de hoje e com todo o respeito ao Goiás que poderia ter sido o vencedor com sua técnica, mas nós nos sentimos prejudicados com a arbitragem extremamente fraca, incompetente, demonstrando isso do início até praticamente o fim da partida, deixou muito a desejar e não deveria ser do quadro da CBF de jeito nenhum, pois isso não leva a nada apenas a prejudicar o nosso futebol com esse tipo de arbitragem. Hoje foi contra a Chape, amanhã contra o Goiás ou o Atlético, depois contra o Vila [Nova] e assim em diante, ele [Igor] precisa ser afastado. Daqui a pouco alguns clubes no Brasil vão cruzar os braços", afirmou o presidente.

O principal alvo das críticas de Plinio foi o árbitro Igor Benevenuto, do quadro da CBF. O presidente ainda utilizou da análise feita pela arbitragem da Rede Globo sobre o lance.

"O que se viu aqui foi um árbitro perdido, um VAR de uma análise totalmente incompetente, não foi pênalti [sobre o Léo Sena], todo mundo viu e a Rede Globo mostrou que não foi nada. A falta realmente foi violenta [que gerou a expulsão de Bruno Pacheco], mas o nosso jogador visa a bola, mas acertou o jogador, é uma questão do árbitro ir analisar o lance no VAR. Machucou? Realmente machucou, mas era para amarelo. Foi o mesmo lance do Nikão contra o Palmeiras, o juíz deu vermelho e o VAR apontou que não, isso não pode acontecer", ressaltou Plinio.

Plinio tratou de ressaltar que não é contra a presença do VAR no futebol brasileiro, mas criticou duramente como tem sido utilizado.

"Para que os amigos de Goiás entendam esse presidente da Associação Chapecoense de Futebol foi um dos primeiros a levantar a bandeira do VAR, eu venho do vôlei, do tênis e sei do quanto é importante, mas não podemos infelizmente ter isso no Brasil, os árbitros brasileiros vão estragar o VAR que é muito importante no resto do mundo", finalizou o presidente da Chapecoense.

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