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Esporte
Competição
09/07/2018 | 06h00
Sem Brasil, Copa do Mundo 2018 chega em sua última semana
Com confrontos de semifinais, a disputa pelo terceiro lugar e a grande decisão, Mundial da Rússia vai alcançando seu desfecho

Luiz Felipe Mendes*


A maior competição futebolística do mundo alcançou a sua última semana. Depois de tantas partidas, a Copa do Mundo chegou em sua etapa crucial: as semifinais. Amanhã, a França vai medir forças com a Bélgica, que eliminou o Brasil nas quartas, às 15 horas, em São Petersburgo. Na quarta-feira, Inglaterra e Croácia decidem a outra vaga na decisão, no mesmo horário, mas em Moscou. Depois disso, as duas seleções que forem derrotadas se encontram no sábado, na disputa pelo terceiro lugar, enquanto as vencedoras vão fazer a grande final no domingo.

O caminho para as semifinais da Copa foi longo e tortuoso. Bem definida como o Mundial das Zebras, o campeonato viu várias das seleções mais poderosas ficarem pelo caminho. Antes mesmo da competição começar, equipes como Itália, Holanda e Chile não conseguiram se classificar. A presença do Panamá em detrimento dos Estados Unidos também é um bom exemplo deste fenômeno, dando um gosto diferente à Copa de 2018.

Esses acontecimentos antes da bola rolar já eram interessantes por si só, mas quando o campeonato começou as coisas ficaram ainda mais intrigantes. A Argentina não conseguiu superar a Islândia. O Brasil empatou com a Suíça. A Alemanha perdeu para o México. Polônia e Colômbia, favoritas no Grupo H, começaram perdendo. O imprevisível foi tomando cada vez mais conta do cenário, com seleções pouco expressivas fazendo sucesso, como foi o caso da Rússia e da Suécia. Esta última, por exemplo, foi responsável direta por deixar Holanda e Itália de fora da Copa.

Quando a primeira fase foi concluída, as zebras estavam começando a se instalar de vez quando a atual campeã Alemanha não conseguiu se classificar, fechando em último na sua chave. Nas oitavas de final, a Espanha caiu perante a Rússia, Messi e Cristiano Ronaldo deram adeus ao torneio e quase que a Bélgica é derrotada pelo Japão, conseguindo uma virada heroica no último minuto. Nas quartas, Brasil e Uruguai, dois campeões mundiais, eram os únicos não-europeus ainda vivos, mas isso não durou muito tempo, porque ambas foram despachadas. 

Agora nas semifinais, a Copa do Mundo tem a presença de duas seleções que nunca levantaram o caneco e duas que o fizeram apenas uma vez na história. A Bélgica, com uma geração de jogadores de fazer inveja e atuações convincentes, quer faturar o inédito título para provar que seus atletas têm capacidade para conquistar coisas grandiosas, apesar das quedas precoces na Copa de 2014 e na Euro de 2016, esta última para Gales. A França deseja repetir 1998 e chegar ao bicampeonato mundial, com uma seleção recheado de astros e a mais cara do Mundial - no total, seu elenco vale mais de 1 bilhão de euros. Seu maior líder é o jovem Mbappé, de apenas 19 anos, um dos destaques do próprio torneio.

No outro confronto, Croácia e Inglaterra devem protagonizar duelo equilibrado. Os croatas avançaram nas etapas eliminatórias da mesma maneira: nos pênaltis. Porém, aplicaram uma excelente vitória sobre a Argentina na fase de grupos, em um placar de 3 a 0. Em seu passado, o país fazia parte da talentosa Iugoslávia, e após a dissolução da mesma a Croácia conseguiu chegar às semis de 1998, quando perderam para a França, possível adversária na final. A Inglaterra, por sua vez, vem fazendo uma Copa regular e aposta no brilho do artilheiro Harry Kane (6 gols) para bater mais um adversário no caminho rumo à taça. 

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