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Esporte
Série B
08/05/2018 | 06h00
Técnico Hemerson Maria se firma no comando do Vila Nova
Com uma filosofia de trabalho em prática desde o ano passado, o treinador alvirrubro é uma das principais armas do Tigre na Série B

Luiz Felipe Mendes*


Qual é o segredo do Vila versão Série B? Tem mais a ver com gestão, elenco ou sorte? Não dá para precisar, mas é possível analisar cada ponto que vem se destacando no momento alvirrubro da temporada. Líder isolado do campeonato com 100% de aproveitamento, o Tigre é protagonista em praticamente todos os tópicos do torneio com a presença de um técnico competente.

Você provavelmente já está cansado de saber, mas é sempre bom lembrar. Se for um torcedor do Vila, melhor ainda recapitular. Na Série B 2018, foram quatro vitórias em quatro jogos. 1 a 0 contra Avaí e CRB e 3 a 1 contra Sampaio Corrêa e Goiás. Os placares são parecidos, e o desempenho em campo também. A regularidade é uma das características mais fortes do time treinado por Hemerson Maria, que está no comando vilanovense desde 2017.

É sabido que um dos maiores problemas no futebol brasileiro é a interrupção dos trabalhos dos treinadores. É claro que não é uma ciência exata e muitas vezes a saída se faz necessária, mas em vários casos do esporte recente os times que apostaram em seus técnicos prosperaram. Foi assim com o Corinthians de Tite e Carille. Foi assim com o Palmeiras de Cuca. Foi assim com o Grêmio de Renato Gaúcho. Não cabe a ninguém comparar esses treinadores com Hemerson Maria, mas a sequência de trabalho vem rendendo frutos, ainda que não tenha trazido títulos.

No ano passado, o atual treinador colorado fez 37 jogos e conquistou 15 vitórias. Levou o time do Vila ao G-4 e quase conseguiu o acesso, perdendo fôlego na reta final. Em 2018, são 11 triunfos em 24 jogos. Se o Tigre vencer os quatro próximos confrontos, Hemerson Maria  alcança o retrospecto de 2017 com nove jogos a menos.

Um fato curioso que dá para ser observado é que Hemerson Maria se dá melhor em competições por pontos corridos – no estadual deste ano, foi uma das melhores equipes da fase de grupos, perdendo no mata-mata para a Aparecidense. Na Copa, foi eliminado da mesma forma diante do Ferroviário. Na Série B 2017, fez boa campanha. Em 2018, começou muito bem a missão de beliscar a vaga na Série A 2019.

Oito gols marcados e dois sofridos é a marca de equilíbrio nos setores de ataque e defesa do Vila. Além disso, há o “fator elenco”: no último clássico, por exemplo, Wellington Reis saiu machucado e Moacir o substituiu mais do que bem. Hemerson Maria, que nunca perdeu para o Goiás, fez o que quis com o time alviverde no duelo do último fim de semana. Se essa regularidade vai se manter, é impossível saber; no próximo domingo, contra a Ponte Preta, vem mais um teste para o Vila versão Série B. 

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