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Cultura
Percussão
12/07/2018 | 06h00
Diversidade sonora
Grupo do Laboratório de Percussão do IFG estreia, hoje, peças com tratamento eletrônico

NADDINY FERREIRA*


Nesta quinta-feira (12) às 19h, o Teatro do Instituto Federal de Goiás (IFG) será palco de apresentação comemorativa dos cinco anos de formação do Grupo do Laboratório de Percussão do IFG (GruLape). “Será apresentado um programa novo e bastante variado, com músicas de vanguarda e repertório contemporâneo”, diz ao Essência o professor de Música do IFG Ronan Gil, responsável pelo grupo. A entrada é gratuita.

A apresentação integra o projeto cultural Quinta Justa, feita pelo IFG – Câmpus Goiânia, que promove eventos culturais gratuitos e abertos à comunidade, sempre às quintas-feiras à noite, no teatro. O repertório é composto por estreias e novas obras de compositores locais, com peças para grupos de percussão, obras com eletrônica e música cênica. “São sete peças com sete compositores diferentes, sendo eles: Emanuel Ferreira, Jean Gomes, Lamartine Tavares, Marcelo Eterno, Renata Magno, Ricardo Pina e Ronan Gil”, diz Gil.


Sobre o GruLape

O GruLape está inserido nas atividades do Núcleo de Excelência para a Pesquisa e Performance em Percussão (NΞP³), que congrega pesquisadores e colaboradores do IFG, da UFG e da UFMG. O Núcleo procura fomentar a pesquisa musical e sua difusão, o ensino, a prática e a extensão no campo da percussão, englobando áreas da performance, processos criativos, construção de novos instrumentos e inovação tecnológica, luteria digital e interação computacional.

Criado em 2013 pelo professor Ronan Gil, o grupo do Laboratório de Percussão tem como objetivo difundir repertórios dos séculos 20 e 21 próprios, buscando o aprimoramento artístico-musical e técnico de seus integrantes. O desenvolvimento artístico é realizado em processo prático de execução, criação e experimentação do repertório moderno e contemporâneo. Esta coletânea, muitas vezes, leva seus integrantes a estrear peças nunca escutadas, antes, e a difundir um material que sempre desafia o percussionista e seu público novo, ao descobrimento e a uma reflexão da arte sobre a vida.

Ronan Gil explica como ocorreu o surgimento do grupo. “Foi uma ideia minha para os alunos de Licenciatura e o Grupo Técnico em Instrumento musical, e no instrumento musical nós temos especificamente os alunos de percussão e na Licenciatura; temos músicos e bateristas que vêm para o curso. Nós reunimos essas pessoas para tocarem, juntas, portanto é um grupo acadêmico que faz o repertório para o grupo de percussão”.


Apresentação

O público poderá contemplar variados estilos e formações instrumentais com percussão, incluindo o tratamento computacional e eletrônico em tempo diferido (tape), a gestualidade como centro de criação, peças com dois solistas, dentre outras propostas de inventividade do grupo. “O tratamento eletrônico é toda uma parte gravada que foi transformada por computador, então os músicos tocam com esse tape, essas informações do computador vão acontecendo, e os músicos vão tocando, interagindo com esses sons eletrônicos tratados”, esclarece Gil.

O professor explica que o  público esperado para o concerto é bem heterogêneo: “Tanto adultos quanto crianças podem assistir ao concerto, voltado para a comunidade em geral”. 


‘Sons da galáxia’

Uma das peças, composta pelo professor  Gil, chama-se Sinapses em Metal Urano, e é baseada nos sons de Urano, adquirido por ele por meio de um arquivo da Nasa. “Os sons que serão tocados nessa apresentação são disponibilizados pela Nasa que foram captados pelo planeta Urano, um som que não se propaga pelo vácuo, mas as ondas eletromagnéticas se propagam, tendo várias formas de captação no espaço, conseguindo saber de que planeta emana e de onde vêm as reflexões”, diz ele, que finaliza: “Eu peguei esses sons, fui tratando-os, eletronicamente, para que fosse craiada uma camada de sons além dos instrumentos ao vivo”.

*Integrante do programa de estágio do 

jornal O HOJE 


SERVIÇO

Apresentação (gratuita) de percussão em comemoração aos 5 anos do GruLaPe

Quando: quinta-feira (12) às 19h

Onde: Teatro do IFG – Câmpus Goiânia 

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