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Concursos
PF e PRF
28/02/2018 | 18h45
Troca de direção-geral não afeta edital
Foram autorizadas mil vagas para PF e PRF. Revelação é do ministro da Segurança, Raul Jungmann

A saída do delegado Fernando Segóvia da direção-geral da Polícia Federal não afeta o andamento dos preparativos do concurso PF.

A confirmação foi dada pelo presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luís Antônio Boudens, nesta quarta-feira (28). Quem assume a corporação no lugar de Segóvia é o delegado Rogério Galloro (foto).

"Acredito que os preparativos do concurso devem seguir o curso normal. Não haverá modificação porque há necessidade de reposição dos cargos e as verbas para isso já foram autorizadas pela Presidência da República e Ministério do Planejamento", comentou.

Ainda de acordo com o sindicalista, os preparativos da seleção seguem acelerados.

"O concurso segue sendo analisado internamente na Polícia Federal, que em breve iniciará o processo de contratação da organizadora para divulgar os editais. O seu cronograma a princípio está mantido", informou Boudens.

Ainda na tarde desta quarta-feira, o Governo Federal autorizou o concurso PF e o concurso PRF. A revelação partiu no ministro da Segurança Pública, Raul Jugmann, em entrevista coletiva. Segundo ele, serão mil vagas para as corporações, sendo 500 na Polícia Federal e 500 na POlícia Rodoviária Federal.

"Sobre a necessidade e urgência de reforçar recursos humanos, especialmente na Polícia Federal e na Polícia Rodoviária Federal, estamos autorizados a fazer concursos, com 500 novos agentes para a Polícia Federal e 500 novos agentes na Polícia Rodoviária Federal", revelou Jugmann.

A expectativa é que, a qualquer momento, seja publicado no Diário Oficial da União a portaria do Ministério do Planejamento autorizando os dois concursos. A medida tem como objetivo reforçar o setor de Segurança Pública e surge como primeira medida do novo ministério, comandado por Jugmann.

O aval para os concursos, segundo o ministro, partiu do Ministério do Planejamento. De acordo com a pasta, não haverá contingenciamento de recursos para a Segurança.

Entramos em contato com o Ministério do Planejamento e ficou definido que teremos zero contingenciamento dos recursos do ministério de Segurança Pública neste ano", disse o ministro na entrevista coletiva. 

(Folha Dirigida)

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